O Voluntariado

Os Bancos Alimentares são animados por voluntários e associações de inspiração humana e espiritual diferentes. Podem ter ideias, convicções e credos diferentes, sem que esse facto afecte a sua solidariedade. Para poderem congregar todas as boas vontades,  os Bancos Alimentares não podem depender do Estado, da Igreja ou de partidos políticos. Devem ser como a água: inodoros, insípidos e transparentes. O trabalho de equipa permite uma acção comum empenhada no bem comum, ao serviço dos outros, apesar das diferenças.

Num mundo onde o individualismo e o corporativismo dão origem à exclusão, é importante sublinhar o espírito no qual se exerce a actividade humana dos Bancos Alimentares, cuja missão é lutar contra a exclusão e ser agente de unidade.
 

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Na campanha de recolha deste fim de semana Bancos Alimentares Contra a Fome angariam 2.129 toneladas de alimentos

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram no passado fim de semana um total de 2.129 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em mais de 2.000 superfícies comerciais de todo o País.

42 mil voluntários responderam à chamada, dando prova de generosidade e comprometimento, desta vez de forma ainda mais evidente dadas as condições meteorológicas adversas, nesta iniciativa de voluntariado bem conhecida e acarinhada pelos Portugueses e que se realizou pela 50ª vez e não tem, ao nível da dimensão, qualquer paralelo no nosso País. 

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Aliança Contra a Fome e a Má Nutrição em Portugal

Uma Aliança Contra a Fome e a Má Nutrição em Portugal para congregar toda a sociedade em torno de uma questão transversal. Entidades publicas e privadas unidas para partilhar boas práticas numa plataforma de diálogo e intervenção que permita procurar e pôr em prática soluções no combate à insegurança alimentar e má-nutrição que, sobretudo a partir da crise de 2008, têm vindo a agravar-se também em países desenvolvidos, designadamente, em Portugal. 

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