O ABASTECIMENTO

O Banco Alimentar recebe toda a qualidade de géneros alimentares, ofertas de empresas e particulares, em muitos casos excedentes de produção da indústria agro-alimentar, produtos com embalagens com defeito, géneros com prazos de validade em vias de expiração, excedentes agrícolas e da grande distribuição, e ainda produtos de intervenção da União Europeia.

São recolhidos localmente e a nível nacional no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar.

A estas dádivas, acrescentam-se os produtos oferecidos por particulares nas campanhas de recolha efectuadas nas superfícies comerciais.

Os Bancos Alimentares possuem uma organização logística profissional para:

  • a recolha e o encaminhamento de produtos alimentares; 
  • a sua triagem e armazenagem; 
  • o controlo de qualidade; 
  • o armazenamento em frio. 

Aproveitar onde sobra para distribuir onde falta. É este o nosso objectivo: evitar o desperdício de alimentos fazendo-os chegar às pessoas que têm fome.

A busca de alimentos deve ser imaginativa numa lógica de luta contra o desperdício, incentivando as dádivas. Cada Banco dispõe de uma Comissão de Abastecimento própria, bem estruturada e orientada pelos princípios comuns. A Federação contacta as empresas de âmbito nacional e reparte as doações de acordo com uma grelha anualmente definida em função das pessoas apoiadas e da capacidade de distribuição de cada Banco associado.

São por vezes oferecidos produtos que não podem ser directamente consumidos e exigem transformação (ex: leite por embalar, fruta a granel ou a transformar em compota, etc.)  Essas operações de transformação, embora impliquem um custo de embalagem e acondicionamento, não alteram a regra da gratuidade dado que os produtos de base foram oferecidos. A despesa efectuada visa valorizar o produto doado.

Os Bancos Alimentares apenas distribuem aquilo que possuem. Não são supermercados mas partilham a totalidade das dádivas que recebem. O acordo celebrado com as instituições recorda este princípio. Cabe às instituições a obtenção daquilo que os Bancos não lhes fornecem. 

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Na campanha de recolha deste fim de semana Bancos Alimentares Contra a Fome angariam 2.129 toneladas de alimentos

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram no passado fim de semana um total de 2.129 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em mais de 2.000 superfícies comerciais de todo o País.

42 mil voluntários responderam à chamada, dando prova de generosidade e comprometimento, desta vez de forma ainda mais evidente dadas as condições meteorológicas adversas, nesta iniciativa de voluntariado bem conhecida e acarinhada pelos Portugueses e que se realizou pela 50ª vez e não tem, ao nível da dimensão, qualquer paralelo no nosso País. 

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Aliança Contra a Fome e a Má Nutrição em Portugal

Uma Aliança Contra a Fome e a Má Nutrição em Portugal para congregar toda a sociedade em torno de uma questão transversal. Entidades publicas e privadas unidas para partilhar boas práticas numa plataforma de diálogo e intervenção que permita procurar e pôr em prática soluções no combate à insegurança alimentar e má-nutrição que, sobretudo a partir da crise de 2008, têm vindo a agravar-se também em países desenvolvidos, designadamente, em Portugal. 

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