O ABASTECIMENTO

O Banco Alimentar recebe toda a qualidade de géneros alimentares, ofertas de empresas e particulares, em muitos casos excedentes de produção da indústria agro-alimentar, produtos com embalagens com defeito, géneros com prazos de validade em vias de expiração, excedentes agrícolas e da grande distribuição, e ainda produtos de intervenção da União Europeia.

São recolhidos localmente e a nível nacional no estrito respeito pelas normas de higiene e de segurança alimentar.

A estas dádivas, acrescentam-se os produtos oferecidos por particulares nas campanhas de recolha efectuadas nas superfícies comerciais.

Os Bancos Alimentares possuem uma organização logística profissional para:

  • a recolha e o encaminhamento de produtos alimentares; 
  • a sua triagem e armazenagem; 
  • o controlo de qualidade; 
  • o armazenamento em frio. 

Aproveitar onde sobra para distribuir onde falta. É este o nosso objectivo: evitar o desperdício de alimentos fazendo-os chegar às pessoas que têm fome.

A busca de alimentos deve ser imaginativa numa lógica de luta contra o desperdício, incentivando as dádivas. Cada Banco dispõe de uma Comissão de Abastecimento própria, bem estruturada e orientada pelos princípios comuns. A Federação contacta as empresas de âmbito nacional e reparte as doações de acordo com uma grelha anualmente definida em função das pessoas apoiadas e da capacidade de distribuição de cada Banco associado.

São por vezes oferecidos produtos que não podem ser directamente consumidos e exigem transformação (ex: leite por embalar, fruta a granel ou a transformar em compota, etc.)  Essas operações de transformação, embora impliquem um custo de embalagem e acondicionamento, não alteram a regra da gratuidade dado que os produtos de base foram oferecidos. A despesa efectuada visa valorizar o produto doado.

Os Bancos Alimentares apenas distribuem aquilo que possuem. Não são supermercados mas partilham a totalidade das dádivas que recebem. O acordo celebrado com as instituições recorda este princípio. Cabe às instituições a obtenção daquilo que os Bancos não lhes fornecem. 

A procurar...
BA AbrantesBA AlgarveBA AveiroBA BejaBA BragaBA Castelo BrancoBA CoimbraBA Cova da BeiraBA ÉvoraBA Leiria-FátimaBA LisboaBA MadeiraBA OesteBA PortalegreBA PortoBA SantarémBA São MiguelBA SetúbalBA TerceiraBA Viana do CasteloBA Viseu

Na campanha de recolha de 27 e 28 de Maio de 2017 os Bancos Alimentares Contra a Fome angariam 1.848 toneladas de alimentos

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram no passado fim de semana um total de 1.848 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em mais de 2.000 superfícies comerciais de todo o País, a que acrescerão as doações online e através de vales disponíveis nas lojas, ainda não contabilizadas nessa quantidade.

Com a participação de mais de 40 mil voluntários, os resultados desta recolha, subordinada ao mote “Fazer deste dia, um dia especial está em cada um de nós”, representam um valor próximo do obtido na campanha homóloga do ano passado, confirmando quer a solidariedade sempre presente dos portugueses quer a sua confiança renovada vez após vez na ideia subjacente à atividade os Bancos Alimentares contra a Fome.

Saiba mais »

A inclusão social nos Bancos Alimentares

A inclusão social nos Bancos Alimentares

Veja o filme https://www.youtube.com/watch?v=Mg1vLhi-WDo

Porque nem só de pão vive o Homem, parafraseando Bernard Dandrel, fundador dos Bancos Alimentares na Europa, é finalidade da acção dos Bancos Alimentares, acompanhando a entrega de alimentos, a ligação solidária e afectiva, essencial para que se volte a “pôr de pé” o nosso irmão na humanidade, ferido pela vida e atirado para a margem da sociedade, a quem falta mais o amor que o pão.

Saiba mais »
mais notícias »